domingo, 17 de janeiro de 2016

Centro-oriental (Mesorregião)









Centro-oriental (Mesorregião)



É formada por 14 municípios agrupados em três microrregiões: Telêmaco Borba, Jaguariaíva e Ponta Grossa.
Essa área é conhecida como “Paraná Tradicional”, em razão de sua ocupação ter-se iniciado com a instalação de grandes fazendas que se ocupavam da extração da erva-mate e da madeira, que predominaram até por volta da década de 1970.
Na região, além das atividades extrativas, destaca-se a pecuária, a produção de leite e seus derivados e a moagem de soja. Os agricultores se organizam em cooperativas, proporcionando o aumento da produtividade e tornando essa área do estado uma importante área agroindustrial. As terras pouco férteis e o relevo ondulado dificultaram a lavoura, mas favoreceram a utilização para o reflorestamento com pínus, já que ali se encontra um importante polo de produção de papel e papelão.
Na década de 1970, a associação da atividade agropecuária com a industrial promoveu o desenvolvimento e possibilitou aos produtores da região se organizarem em cooperativas e aumentarem a produtividade, tornando essa área um importante segmento agroindustrial do estado.
O acesso principal à mesorregião é feito pela rodovia BR-376.

Centro-oriental (Mesorregião)


 Centro-oriental (Mesorregião)
Centro-oriental (Mesorregião)




Centro-oriental (Mesorregião)


Microrregiões

Municípios

Jaguariaíva4 municípios: Arapoti, Jaguariaíva, Piraí do Sul, Sengés.
Ponta Grossa4 municípios: Carambeí, Castro, Palmeira, Ponta Grossa.
Telêmaco Borba6 municípios: Imbaú, Ortigueira, Reserva, Telêmaco Borba, Tibagi, Ventania.




Rota dos tropeiros no estado do Paraná


A maioria das cidades dessa mesorregião tiveram sua origem no século XVIII, na rota dos tropeiros. Eram homens que vinham do Rio Grande do Sul, conduzindo tropas de gado para serem vendidos na feira de Sorocaba em São Paulo e Minas Gerais.
Veja, abaixo, as cidades que se originaram da passagem de tropeiros.

Rota dos tropeiros no estado do Paraná


 Rota dos tropeiros no estado do Paraná
Rota dos tropeiros no estado do Paraná com destaque às cidades que tiveram sua origem em consequência deste movimento.




Em Telêmaco Borba está localizada a fábrica da Klabin no Paraná


 Em Telêmaco Borba está localizada a fábrica da Klabin no Paraná
Em Telêmaco Borba está localizada a fábrica da Klabin no Paraná. A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do país, líder na produção de papéis e cartões para embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, além de comercializar madeira em toras.



Cooperativa Batavo


Em Carambeí, com a chegada de imigrantes holandeses
Em Carambeí, com a chegada de imigrantes holandeses, desenvolveu-se a pecuária leiteira, que resultou na criação de uma das primeiras cooperativas de produção rural no Brasil, em 1925, a qual deu origem à Cooperativa Batavo.




Glossário


Agroindustrial: é o setor que transforma ou processa matérias-primas vindas da agropecuária em produtos elaborados. Exemplo: soja em óleo, carne de porco em presunto e salame, etc.
Pínus: espécie de pinheiro plantado para ser utilizado como fonte de fabricação de celulose e papel, lâminas e chapas de diversos tipos, madeira serrada para fins estruturais, confecção de embalagens, móveis e marcenaria em geral.
Mesorregiões: subdivisão estabelecida pelo IBGE que agrupa diversos municípios do estado com semelhanças econômicas e sociais, de uma área geográfica.
Região: área delimitada de acordo com certos critérios que podem ser econômicos e culturais.






Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

sábado, 16 de janeiro de 2016

Os imigrantes no século XIX e XX no estado do Paraná








Os imigrantes no século XIX e XX no estado do Paraná



Durante todo o século XIX, a Europa passou por profundas mudanças políticas e econômicas. O surgimento das fábricas, que produziam uma grande quantidade de produtos por um preço menor, e o crescimento do uso das máquinas na produção agrícola, geraram um grande número de desempregados.
Muitos europeus que não viam mais condições de sobreviver em seus países optaram por recomeçar a vida em outro lugar. O Brasil representava uma boa alternativa, uma vez que havia necessidade de mão de obra nas fazendas de café e também era necessário povoar parte do território que estava desocupado.
Incentivados pelas promessas de uma vida melhor, um grande número de europeus veio para o Brasil no século XIX.
A vinda de imigrantes cresceu muito a partir de 1850, porém, alguns anos antes, o Imperador D. Pedro I já havia promovido a vinda de estrangeiros como solução para ocupar o território brasileiro.
Por influência de sua esposa, a imperatriz Dona Leopoldina, ele escolheu imigrantes de origem alemã. Os primeiros deles chegaram ao Brasil em 1824 e se estabeleceram na região de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.
No mesmo ano, outra leva de imigrantes se instalou no Rio Grande do Sul, onde receberam sementes para iniciar as plantações e cabeças de gado para o sustento, já que era de interesse do governo que esses imigrantes povoassem a região Sul. Um grande grupo de imigrantes formado por alemães, poloneses e russos destinava-se aos estados do Paraná e Santa Catarina.
O governo brasileiro também se preocupava com o isolamento das terras do sul do Brasil, onde havia grandes regiões que não estavam povoadas.
Com a chegada da Família Real ao Brasil, Curitiba tornou-se sede da 5.a Comarca de São Paulo e, seguindo a política de ocupação estabelecida por D. Pedro, tiveram início as primeiras expedições povoadoras nos Campos de Guarapuava.
Nos anos seguintes, sucessivas levas de imigrantes chegaram ao Paraná: em 1829 os alemães, que se instalaram na Lapa e em Rio Negro; em 1839 iniciou-se o povoamento dos Campos de Palmas; em 1854 surgiram outras colônias de imigrantes europeus (Colônia do Assungüi, Colônia Thereza e Colônia do Superagui).

Imigrantes poloneses


 Imigrantes poloneses.
Imigrantes poloneses.


Entre 1860 a 1880 foram estabelecidas 27 colônias com imigrantes alemães, poloneses e italianos nos arredores de Curitiba, Paranaguá, São José dos Pinhais, Antonina, Lapa, Campo Largo, Palmeira, Ponta Grossa e Araucária, como também surgiram núcleos de migrantes mineiros e paulistas no Norte (velho) do Paraná para plantarem café.
Os colonos alemães procuraram manter seu estilo de vida, preservando a língua e a religião. Construíram escolas próprias para difundir a identidade e a cultura alemã. Esses imigrantes trouxeram para a América novas técnicas agrícolas, introduzindo o plantio do trigo e a criação de suínos.
Além dos alemães, chegaram também ao sul do Brasil, a partir de 1850, em grande número, italianos, espanhóis, portugueses e poloneses. O governo brasileiro promoveu a imigração subvencionada, ou seja, o imigrante e sua família recebiam a passagem de navio até o Brasil e o transporte terrestre até a região onde deveriam se estabelecer. Essa política tinha como objetivo estimular a vinda de estrangeiros para o país. O destino desses imigrantes eram as fazendas de café de São Paulo e os núcleos de colonização no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná e no Espírito Santo.
Ao chegar à fazenda, o imigrante e sua família recebiam o salário misto, isto é, uma quantia em dinheiro e um pedaço de terra para produzir o seu próprio alimento e criar uns poucos animais. Toda a família trabalhava, inclusive as mulheres e as crianças.
Após alguns anos, começaram a surgir denúncias na Europa sobre as privações sofridas pelos primeiros imigrantes no Brasil. Diante desse fato, a Alemanha criou medidas para dificultar a saída de pessoas do país.
O governo brasileiro passou, então, a incentivar a vinda de italianos. Como essa vinda foi posterior à dos alemães, suas terras eram mais distantes das regiões habitadas e também menos férteis. Eram muitas as dificuldades encontradas pelos imigrantes ao se estabelecerem no Brasil.
A localização dos lotes recebidos pelo governo, muitas vezes de difícil acesso, gerava problemas para distribuir as mercadorias produzidas, o que fez com que muitos abandonassem as terras recebidas e migrassem para as cidades em busca de outras oportunidades.
Em 1902, a Itália também proibiu a imigração subvencionada, pois havia denúncias de que os contratos com os italianos não eram cumpridos.
Após o final da Guerra do Contestado, o governo do Paraná decidiu ceder terras devolutas, ou seja, terras que eram do governo, para companhias colonizadoras que promoviam a vinda de imigrantes.
Em 1875, iniciou-se, no Brasil, uma intensa colonização por parte de imigrantes italianos e, no Paraná, começaram a difundir novas culturas agrícolas com a produção de uva, de arroz, de milho e de fumo. A produção de vinho também tomou grande impulso nesse período.
Os ucranianos chegaram ao Brasil por volta de 1895 e, no Paraná, fundaram a Colônia Santa Bárbara, próxima ao município de Palmeira, onde passaram a cultivar cereais, legumes e frutas.
A maioria dos imigrantes poloneses se dirigiram para áreas ainda não desbravadas ou para colônias ao redor de Curitiba, que passaram a formar o primeiro cinturão verde do país.
Essas colônias deram nome a alguns dos bairros mais tradicionais da cidade como: Pilarzinho, Santa Cândida, Orleans, Abranches, Santo Inácio e Lamenha.

Imigração polonesa no Paraná


 Imigração polonesa no Paraná.
Imigração polonesa no Paraná.


Os colonos poloneses trouxeram novas técnicas de cultivo e se constituíram como importante elemento de desenvolvimento – principalmente da cidade de Curitiba –, assim como os italianos que se estabeleceram em terras próximas de Curitiba dando origem a Colombo, Santa Felicidade, Piraquara e Água Verde. Ainda fundaram colônias em Paranaguá, Morretes, Antonina, São José dos Pinhais e Campo Largo.
No início do século XX, principalmente na década de 1930, muitos japoneses vieram para o norte do estado atraídos pela fertilidade das terras da região, onde fundaram diversas colônias e povoações, como Assaí, Uraí e Cambará, as quais ainda concentram maior número de imigrantes nipônicos no Brasil. Os imigrantes japoneses se dedicaram ao cultivo do algodão e aperfeiçoaram as técnicas de plantio de legumes, verduras, flores e frutas. Também introduziram a cultura do bicho-da-seda, do caqui e do poncã.
Desse modo, chegaram ao Paraná imigrantes das mais diversas origens: noruegueses, suecos, dinamarqueses, austríacos, alemães, poloneses, suíços, belgas, gregos, turcos, ucranianos, russos, franceses, italianos, sírios, libaneses, tchecoslovacos, que ajudaram a construir o estado paranaense.
O trabalho de exploração da madeira no sertão paranaense iniciou-se juntamente com a extração e o comércio da erva-mate.
No início do século XIX, a erva-mate abriu o comércio de exportação e se tornou a base de desenvolvimento econômico paranaense até os anos de 1930, quando a concorrência argentina encerrou a predominância da erva-mate paranaense.
A chegada de migrantes paulistas, mineiros, gaúchos e catarinenses ocasionou o desmatamento e expandiu a fronteira agrícola. No norte do Paraná, a madeira foi retirada para dar lugar às lavouras de café. No sudoeste e oeste, a mata de araucárias deu lugar à policultura e à criação de animais. A agricultura, a construção de cidades e a abertura de estradas derrubaram grandes áreas de florestas.
A partir do final da década de 1930, iniciou-se um processo novo de ocupação territorial no Paraná nas regiões sudoeste e extremo-oeste por parte dos migrantes vindos do Rio Grande do Sul e, principalmente de Santa Catarina, que implantaram o regime de pequenas propriedades e a policultura de cereais e oleaginosas. Além disso, dedicavam-se também à criação de suínos.
Desse modo, nos anos de 1960, toda a região estava ocupada.
No início da década de 1960, o Paraná tornou-se o maior produtor brasileiro de café, sendo a cidade de Londrina intitulada “capital mundial do café”.


Glossário


Cinturão verde: denominação usada para as áreas ao redor do centro urbano destinadas à produção de frutas e verduras, visando ao abastecimento da cidade.







Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Rio Iguaçu e sua importancia na historia do Paraná







Rio Iguaçu e sua importancia na historia do Paraná



No tempo dos barcos a vapor



Em 1915 foi criado o Lloyd Paranaense, que empregava os barcos a vapor no transporte de mercadorias – principalmente madeira e erva-mate – através do rio Iguaçu. Por quase meio século o Iguaçu foi a principal ligação entre as cidades do sul do estado. A “época de ouro” dos vapores deixou saudade e um legado de integração e desenvolvimento.
O município de Porto Amazonas é considerado o marco zero da navegação do Iguaçu desde a época em que estes barcos desciam pelo rio até União da Vitória (entre 1882 e 1953), transportando madeira e erva-mate e movimentando a economia do sul do Paraná. Porto Amazonas – assim como as demais cidades da região – até hoje convive com as relíquias de seu passado marcante.
Atualmente não existe mais navegação de cabotagem, é realizada apenas navegação com cunho turístico e de pesquisa.

O vapor Iguassu, junto ao porto da firma Conrado Burher, 1930. Porto Amazonas (PR).


O vapor Iguassu, junto ao porto da firma Conrado Burher, 1930. Porto Amazonas (PR).
O vapor Iguassu, junto ao porto da firma Conrado Burher, 1930. Porto Amazonas (PR).



Rio Iguaçu (PR)


 Rio Iguaçu (PR).
Rio Iguaçu (PR).







Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os índios Guarani do estado do Paraná









Os índios Guarani do estado do Paraná



Esses índios possuíam um estilo de vida bastante simples. Muitas famílias guaranis moravam na mesma aldeia e, à noite, repousavam sobre esteiras macias forradas com folhas e penas de animais. Para se protegerem do frio, os indígenas mantinham alguma fogueira sempre acesa (tatá-rendaba), para a qual voltavam os pés quando dormiam. Entre os utensílios domésticos que usavam, pode-se citar: o cesto simples (jacá), o cesto pequeno com tampo (uru), o cesto com asa (samburá), a peneira (uru-pema), as panelas (nhaem-popô), o pote pequeno (camuti ou camucim), o recipiente central de água (y-guaçaba), as cuias que serviam de canecos, o fuso (y-yma) e o pilão (induá).
Entre os diferentes grupos de guaranis, havia os mais numerosos: os caiuás; os nhandevas; os chiriguanos e os mbiás. Entre os Guarani, os Mbiá, que se localizavam em Santa Catarina e no litoral paranaense, também eram chamados de carijós. O nome tem sua origem no termo cariyoc, que significa “descendente dos brancos”.
Esses índios eram conhecidos por serem bastante receptivos com os estrangeiros que atracavam em suas terras. Talvez seja por isso que foram completamente dizimados, sendo a cultura carijó completamente modificada.
Um aspecto bastante interessante da cultura guarani é o respeito que os adultos mantêm com relação às suas crianças, a ponto de tratá-las quase como adultos. Os pequeninos não possuem muitos brinquedos, mas têm uma grande autonomia para correrem pelas matas, brincarem de caçadas ou mesmo ajudar os adultos nas tarefas diárias e nas tomadas de decisão.
Os Guarani se encontram mais às margens do rio Paraná e ainda mantêm hábitos herdados de seus antepassados, formando atualmente a maior população dessa etnia do país.

DEBRET, Jean-Baptiste. Soldados e índios de Curitiba levando selvagens presos. 1834


 DEBRET, Jean-Baptiste. Soldados e índios de Curitiba levando selvagens presos. 1834
DEBRET, Jean-Baptiste. Soldados e índios de Curitiba levando selvagens presos. 1834. Litografia, 32,6 cm x 21,2 cm. Século XIX.




índios Guarani


 índios Guarani
índios Guarani






Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Natureza e condições ambientais do Paraná







Natureza e condições ambientais do Paraná



As paisagens resultam da combinação de elementos naturais, culturais e também humanizados,pois o ser humano é o principal agente modificador e transformador das paisagens na busca por atender a suas necessidades.

Área rural do município de Reserva, na região dos Campos Gerais (PR).


 Área rural do município de Reserva, na região dos Campos Gerais (PR).
Área rural do município de Reserva, na região dos Campos Gerais (PR).



Área urbana do município de Foz do Iguaçu (PR).


 Área urbana do município de Foz do Iguaçu (PR).
Área urbana do município de Foz do Iguaçu (PR).



Área urbana do município de Curitiba (PR).


 Área urbana do município de Curitiba (PR).
Área urbana do município de Curitiba (PR).


Essas modificações feitas pelo ser humano podem ocorrer em variados graus de interferência.
Chamamos de paisagens culturais ou humanizadas as que possuem elementos naturais e culturais. Ao observar uma paisagem, é possível identificar os elementos que atuam sobre um determinado espaço.
Veja a paisagem a seguir.

Pico da Caratuva, Campina Grande do Sul (PR).


 Pico da Caratuva, Campina Grande do Sul (PR).
Pico da Caratuva, Campina Grande do Sul (PR).


A paisagem retratada é constituída por elementos naturais, como vegetação, relevo, clima e solo.
Esses elementos exercem influência um sobre o outro. Por exemplo, a vegetação de um lugar se relaciona com o tipo de clima, solo e relevo, ou seja, depende desses elementos.





Conhecendo os elementos


Vegetação: trata-se do conjunto de plantas nativas que adquirem características em função do clima, do relevo e da umidade.

Floresta de coníferas (Araucárias).


 Floresta de coníferas (Araucárias).
Floresta de coníferas (Araucárias).


Relevo: são as formas como se apresentam a superfície terrestre, como: planície, morro, serra, planalto, vale e depressão.

Serra de São Luís do Purunã. Piraí do Sul (PR).


Serra de São Luís do Purunã. Piraí do Sul (PR).
Serra de São Luís do Purunã. Piraí do Sul (PR).


Solo: a camada mais superficial da terra, onde plantamos e construímos nossas moradias. O solo é composto por matéria orgânica e minerais.
Clima: é o conjunto dos fenômenos atmosféricos, como temperatura, chuvas, altitude, latitude, os quais são medidos ao longo do tempo em uma localidade ou região. O clima exerce forte influência no desenvolvimento das plantas e no regime dos rios.
Rios: são cursos fluviais cujo traçado e velocidade de suas águas dependem muito do tipo de relevo por onde correm.

O rio Iguaçu é o maior rio totalmente paranaense.


  O rio Iguaçu é o maior rio totalmente paranaense.
O rio Iguaçu é o maior rio totalmente paranaense. Nasce próximo da Serra do Mar, na junção dos rios Iraí e Atuba, no limite dos municípios de Pinhais, São José dos Pinhais e Curitiba. Percorre 1.320 km no sentido leste-oeste. Forma uma queda espetacular no município de Foz do Iguaçu – as Cataratas –, e segue seu rumo até sua foz ao encontrar o rio Paraná, onde serve como fronteira para três países, representando o convívio harmonioso entre Brasil, Argentina e Paraguai.








Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

Developer - Treinamento, Manuais, Tutoriais

TOTVS - Datasul - Progress - EMS2

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Áreas de preservação do estado do Paraná







Áreas de preservação do estado do Paraná



Ao longo dos séculos, a vegetação nativa tem sido devastada em muitos lugares do mundo. No estado do Paraná também ocorreu principalmente no período de ocupação inicial de suas terras, para formar campos de pastagens, plantações, usinas hidrelétricas, queimadas e até construções de cidades e estradas.

Área rural desmatada em Foz do Iguaçu.


 Área rural desmatada em Foz do Iguaçu. A retirada da cobertura vegetal, em relevo de declive, irá provocar a erosão do solo.
Área rural desmatada em Foz do Iguaçu. A retirada da cobertura vegetal, em relevo de declive, irá provocar a erosão do solo.




Unidades de conservação


Para frear a degradação dos ambientes naturais, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais, foram criadas leis de preservação ambiental e identificadas, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as áreas que devem ser protegidas em toda a sua diversidade biológica.
Essas áreas são chamadas de unidades de conservação. Em algumas delas são desenvolvidas atividades controladas de lazer e ecoturismo, mas sempre respeitando a biodiversidade existente. Em outras, não é nem permitida a entrada de visitantes, ficando restrita a pesquisadores.
O Paraná possui 63 áreas de proteção e de conservação de uso sustentável e unidades de proteção integral estaduais, sendo 10 federais.
Essas áreas estão classificadas em dois grupos:
  • unidades de proteção integral;
  • unidades de uso sustentável.
As unidades de proteção integral são áreas que devem ser mantidas sem nenhuma modificação ou interferência humana. Classificam-se em: estações ecológicas, reservas biológicas, parques nacionais, monumentos naturais, refúgios de vida silvestre.
Vamos conhecer algumas das unidades de proteção integral existentes no Paraná.


Parque Nacional do Iguaçu - O Parque do Iguaçu foi criado por decreto estadual em 1916. Em 1939, passou a Parque Nacional e no ano de 1986 foi tombado pelo Patrimônio Mundial Natural da Humanidade. O parque abrange terras no Brasil e na Argentina e tem esse nome por incluir em sua área o rio Iguaçu.
Voltado para o turismo ecológico, além da beleza cênica das Cataratas do Iguaçu, o parque tem como objetivo a preservação e a proteção dos ecossistemas naturais e é palco de pesquisas científicas da fauna e da flora ali existentes. Sua diversidade biológica é grande: o veado-mateiro, a onça-pintada, o papagaio-do-peito-roxo, considerados em extinção, encontram nesse parque o seu último refúgio na região, onde também se desenvolvem atividades educativas.

Parque Nacional do Iguaçu – Paraná


 Parque Nacional do Iguaçu – Paraná
Parque Nacional do Iguaçu – Paraná



Área de abrangência do Parque Nacional do Iguaçu – Paraná.


 Área de abrangência do Parque Nacional do Iguaçu – Paraná.
Área de abrangência do Parque Nacional do Iguaçu – Paraná.

Curiosidade: Alberto Santos Dumont, o pai da aviação, teve um papel importante na criação do Parque Nacional do Iguaçu. Quando esteve de passagem pela cidade de Foz do Iguaçu, em 1916, conheceu a vasta área verde que na época pertencia ao fazendeiro uruguaio Jesus Val. Impressionado com a riqueza natural da região, usou de sua influência e declarou para o Jornal O Estado de S. Paulo: “O Iguaçu, sem nenhum exagero, é uma maravilha“; e junto ao governo paranaense contribuiu para que essa área fosse desapropriada e se transformasse em patrimônio público, com o objetivo de preservação do local.


Parque Estadual do Guartelá - Criado em 1992 para preservar os ecossistemas ali existentes, oferece aos visitantes a prática do turismo ecológico para apreciar os canyons e as cachoeiras e inúmeras formações rochosas. O Parque está situado no município de Tibagi e a origem do seu nome, segundo a lenda, vem da expressão “Guarda-te lá, que cá bem fico”, dita por um morador da região ao prevenir seus companheiros de um ataque indígena.

Parque Estadual do Guartelá


 Parque Estadual do Guartelá
Parque Estadual do Guartelá


Parque Estadual Serra da Baitaca - Abrange os municípios de Piraquara e Quatro Barras e tem por objetivo garantir a conservação da biodiversidade biológica do bioma da Mata Atlântica.

Parque Estadual Serra da Baitaca


 Parque Estadual Serra da Baitaca
Parque Estadual Serra da Baitaca


Parque Estadual de Vila Velha - Está situado na região dos Campos Gerais, a 80 km de Curitiba e 20 km de Ponta Grossa. Foi criado em 1953 com o nome de Vila Velha, que na língua indígena era Itacueretaba (“cidade extinta de pedras”). O parque é aberto à visitação, onde é possível apreciar as esculturas de formações areníticas que foram esculpidas por agentes erosivos da natureza, como ventos, águas das chuvas e variação de temperatura ao longo das eras geológicas.

Parque Estadual de Vila Velha


 Parque Estadual de Vila Velha
Parque Estadual de Vila Velha


Estação Ecológica Ilha do Mel - Tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. É permitida a entrada de turistas, não excedendo um número determinado de pessoas por dia. Lá se encontram a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, o Morro do Farol e a Gruta das Encantadas.

Estação Ecológica Ilha do Mel


 Estação Ecológica Ilha do Mel
Estação Ecológica Ilha do Mel


Reserva Biológica de Perobas - Foi criada em 2006 com o objetivo de preservar animais, vegetação e as nascentes dos afluentes do Rio Ivaí. Recebeu esse nome em homenagem à existência da árvore peroba nessa região. Está localizada nos municípios de Tuneiras do Oeste e Cianorte.

Refúgio Biológico Bela Vista - É uma unidade de proteção ambiental, criada nos anos 1970 para receber milhares de animais “desalojados” pela construção da usina de Itaipu e alagamento das terras lindeiras. Nesse refúgio, a Itaipu pesquisa a produção de mudas florestais, a reprodução de animais silvestres em cativeiro e a recuperação de áreas degradadas. Ainda, promove a educação ambiental dos visitantes e de escolares.

Refúgio Biológico Bela Vista


Refúgio Biológico Bela Vista
Refúgio Biológico Bela Vista




Unidades de uso sustentável


Já as unidades de uso sustentável têm como objetivo permitir o uso racional dos recursos naturais por comunidades locais, mantendo a conservação da biodiversidade da área, assegurando os meios de vida e cultura dessas populações.
Classificam-se em:
  • Área de Proteção Ambiental (APA);
  • Área de interesse ecológico;
  • Floresta nacional;
  • Reserva extrativista;
  • Reserva da fauna;
  • Reserva de desenvolvimento sustentável;
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN).
Vamos conhecer agora algumas unidades de uso sustentável do Paraná.

Área de Proteção Ambiental de Guaratuba (APA Guaratuba e Matinhos) - essa unidade abrange parte dos municípios de Guaratuba, Matinhos, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul, Morretes e Paranaguá, e tem por finalidade promover o uso racional dos recursos ambientais da região com a ocupação ordenada do solo, a proteção da rede hídrica, dos remanescentes da Floresta Atlântica, dos manguezais, dos sítios arqueológicos e dos animais, bem como disciplinar o uso turístico e garantir a qualidade de vida das comunidades caiçaras e da população local.
APA da Serra da Esperança - a região é montanhosa e rica em nascentes formadoras dos rios importantes que abastecem as cidades próximas da serra, como os municípios de Inácio Martins e Irati. Na serra encontram-se as principais cachoeiras da região e aves, como o gavião-pombo e a harpia.

APA da Serra da Esperança


 APA da Serra da Esperança
APA da Serra da Esperança


Reserva Particular do Patrimônio Natural de Salto Morato - a reserva é uma RPPN localizada em Guaraqueçaba. Morato é uma vila com cerca de 100 habitantes dentro da reserva.
É um tipo de conservação ambiental que partiu da iniciativa do proprietário das terras, que por ato voluntário buscou o órgão responsável – Ibama – desejando transformar parte da área particular em reserva de proteção da biodiversidade ali existente.
A reserva de Salto Morato existe desde 1994. Era uma fazenda e hoje pertence à Fundação o Boticário de Proteção à Natureza, a qual protege, em seus limites, grande variedade e diversidade de ambientes aquáticos, assim como da fauna e da flora do bioma da Mata Atlântica. Ali são desenvolvidos programas de educação ambiental com aulas práticas e cursos. O programa regular de visitação da reserva tem contemplado 8 mil visitantes ao ano, em média.

Reserva Particular do Patrimônio Natural de Salto Morato


 Reserva Particular do Patrimônio Natural de Salto Morato
Reserva Particular do Patrimônio Natural de Salto Morato


Floresta Nacional de Irati - é uma área de vegetação florestal de espécies nativas ou plantadas, cujo objetivo é o uso sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica. Fica na região dos municípios de Fernandes Pinheiro e Irati. Foi criada em 1968 e nela há uma das maiores concentrações de Mata de Araucárias (pinheiro-do-paraná). Há também espécies de imbuia, erva-mate, bracatinga, cedro e carvalho. Lá é possível encontrar animais como: gralha-azul, sabiá, tiriva, periquito, veado, macaco-prego, paca, cotia, capivara, entre outros. Nas áreas reflorestadas, há um sistema de exploração de madeira em forma de manejo, viveiro de mudas florestais e ornamentais, apicultura e exploração de erva-mate. É permitida a visitação.

Floresta Nacional de Irati


 Floresta Nacional de Irati
Floresta Nacional de Irati




Glossário


Tombado: ato realizado por órgão competente governamental com o objetivo de preservar bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e também de valor sentimental para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados de sua forma original.
Formações areníticas: provêm de uma rocha denominada arenito de coloração avermelhada. O arenito de Vila Velha foi originado durante o Período Carbonífero, há aproximadamente 340 milhões de anos.
Eras geológicas: trata-se da divisão do tempo geológico da Terra (aproximadamente 4 bilhões de anos), em grandes intervalos de tempo, em que são registrados a origem, as formações, as transformações e a evolução da Terra. As eras geológicas são: Era Proterozoica, Era Paleozoica, Era Mosozoica, Era Cenozoica e Era Antropozoica.






Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)

domingo, 10 de janeiro de 2016

A erva-mate na história do estado do Paraná






A erva-mate na história do estado do Paraná



A árvore nativa de onde era coletada a erva-mate crescia entre os pinheirais e os índios usavam suas folhas como chá há centenas de anos. Com a colonização da região, a erva-mate passou a ser usada como moeda de troca com outros produtos, tais como o sal e o algodão.
A partir de 1850, devido ao crescimento da procura pelo produto, alguns engenhos foram transferidos das regiões de Morretes, Antonina e Paranaguá para Curitiba, e outros tantos foram construídos, uma vez que foi necessária uma maior qualidade do produto.
O trabalho de beneficiamento da erva-mate passou a ser concentrado em indústrias maiores, o que promoveu um amplo desenvolvimento da economia paranaense desse setor até 1930, quando entrou em decadência.
O hábito de tomar chimarrão, bebida preparada com a erva-mate e água fervente, sem açúcar, preparada na cuia e sorvida por um canudo, também chamado de bomba, é, talvez, um dos costumes mais populares nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Em outros países para onde a erva-mate é exportada, seu uso pode variar na forma de chá e até como medicamento vendido em farmácias.

Carregamento de erva-mate no início do século XX.


 Carregamento de erva-mate no início do século XX.
Carregamento de erva-mate no início do século XX.



Cuia de chimarrão.


 Cuia de chimarrão.
Cuia de chimarrão.



Plantação de erva-mate no estado do Paraná


 Plantação de erva-mate no estado do Paraná
Plantação de erva-mate no estado do Paraná










Links


Sanderlei Silveira

Obra completa de Machado de Assis

Machado de Assis - Dom Casmurro

Machado de Assis - Quincas Borba

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

O Diário de Anne Frank

Educação Infantil

Bíblia Online

História e Geografia

Casa do Sorvete

Sanderlei Silveira

Conheça seu Estado - História e Geografia

Poesia em Português, Inglês, Espanhol e Francês

História e Geografia

Educação

Santa Catarina - História e Geografia

Paraná - História e Geografia

Mato Grosso do Sul - História e Geografia

São Paulo - História e Geografia

Mário de Andrade - Macunaíma

Adolf Hitler - Mein Kampf

Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis - Esaú e Jacó

Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?

Augusto dos Anjos - Vandalismo

Os símbolos do estado e do município (SP)